O modelo polaridade política, de mera oposição entre detentores e não detentores dos meios de produção, está, mais do que nunca, em voga: ele é a realidade empírica da sociedade capitalista. E isto é uma verdade objetivamente inexorável simplesmente porque o capitalismo aí está. Daí temos uma sopa ideológica que se pretende científica (como toda ideologia, o qual tenta confudir-se a si mesma com a própria realidade empírica, sendo, no entanto, um mero discurso sobre a realidade). No momento atual, os órfãos da esquerda política unem-se em prol do "meio ambiente", do "nosso lugar", a Terra, unicamente porque desacreditados e confusos como estão, não têm qualquer bandeira.
E caem como crianças no conto aquecimento global patrocinados pelo poder hegemônico global via ONU. E o que ele prega? Simples e claro: o mundo está a aquecer-se por conta do CO2, não obstante provas contrárias e a própria impossibilidade se provar que é por conta da atividade industrial humana. E o que a esquerda faz? Caem como crianças impressionadas com o sermão do pregador religioso. Acreditam no pseudocientificismo de uma entidade política, o IPCC, da ONU, e reverberam esse lixo ideológico que impede o desenvolvimento das regiões mais probres do mundo, de Uganda à Bangladesh.
Não existiu na história do mundo algo tão desumano, exceto, talvez, o ersatz de comunismo existente na China ou o nazismo. A esquerda cai na ideologia dos atores hegemônicos, abraça-a como seu filho e a reverbera com paixão. Seu resultado mais apreciável é a impossibilidade do desenvolvimento humano na periferia do mundo. Nada pode ser mais desumano, alienado e estúpido.
O documentário abaixo, produzido pelo Channel 4, demonstra que o que se relata acima é bem conhecido, facilmente acessível ao público. A segunda entrevista, mostra que, mesmo estando presente vozes qualificadas nos seus campos de saber que mostram exatamente o contrário, no entanto, persiste o embotamento ideológico massivo, trombeteado aos quatro ventos via mídia gerando um estupor inacreditável.
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